segunda-feira, 30 de novembro de 2009

SAÚDE - 4 - Ensinar seu filho a não fazer xixi na cama.

Ensinar seu filho a não fazer xixi na cama pode se tornar uma brincadeira. Os anos passam, seu bebê já virou mocinho ou mocinha e ainda molha a cama a noite? O problema pode ser causado por doenças da bexiga; sempre vale a pena passar por médico urologista, de preferência um que tenha experiência em crianças. Excluídos os problemas mais graves, vamos a algumas indicações que podem ajudar a solucionar o problema: 1-Controle seu filho (a) bebê, na ingestão de líquidos que deverá ser dividida mais ou menos assim: 60% do total de bebidas pela manhã, 30%do total durante a tarde e somente 10% dos líquidos devem ser ingeridos a noite. Ainda sobre as bebidas, algumas substâncias podem irritar a bexiga e deixar a urina mais solta. Entre elas estão os refrigerantes, o leite, o café e tudo o que é industrializados sem exceções (enlatados, caixinhas, pacotinhos, salgadinhos, etc.) 2- Estimule seu filho a beber água pura, aproximadamente 1 a 1,5 litros, e usar o banheiro periodicamente de 3 em 3 horas por exemplo. 3- Faça uma tabela com as noites da semana, dia-a-dia; um sol representa a noite seca, e uma nuvem com gotinhas representa noite com xixi na cama. Estabeleça uma meta fácil e ofereça uma recompensa; por exemplo,duas noites secas equivalem a um passeio no parque. É muito importante que essas metas sejam fáceis e que os pais não percam a paciência quando acontecerem escapes. Repreensões severas geram ansiedade e a ansiedade é a principal “inimiga” do controle sobre a bexiga. Nessa tarefa de treinar a bexiga a participação dos pais é fundamental! Avós, babás e escolas com certeza ajudam, mas a participação maior deve ser dos pais. Se essas indicações simples não surtirem efeito a fisioterapia especializada pode ajudar a despertar as sensações do que é uma bexiga cheia, de como fazer para segurar a urina, tudo isso brincando e de maneira suave. Ficou com dúvidas? Mande um e-mail.

Dra. Ana Luiza Reis
Fisioterapeuta especialista em cancerologia e em disfunções do assoalho pélvico.
CREFITO 3 76058 e-mail
reisanaluiza@yahoo.com.br
Centro Médico Indaiatuba II – 19-3894-5568

domingo, 29 de novembro de 2009

RELIGIÃO - 2 - Coisas de algumas igrejas.

Em função de vários fatores, tenho tido acesso a muitas informações sobre o que ocorre nas igrejas. O primeiro deles é que, há mais de vinte e cinco anos, tenho estudado várias igrejas, procurando reconhecer os padrões que tipificam cada congregação. Isto me levou ao doutorado com tese sobre a identidade dos grupos religiosos. O segundo é que, tenho contato com membros das mais variadas denominações por causa dos cursos para casais que ministro. O terceiro fator é que, por desenvolver ministério de aconselhamento pastoral, tenho recebido em meu trabalho, pessoas oriundas de várias igrejas. O quarto fator é que, escrevendo esta coluna há vários anos, volta e meia recebo e-mails de leitores me contando alguma coisa que viram ou que ouviram e que os deixou estarrecidos. O quinto: todas as vezes que a agenda me permite visito igrejas, as mais variadas, para ver o que estão fazendo, o que pregam e o que cantam.
Assim, tenho sabido de algumas “preciosidades teológicas” pregadas de púlpitos ou professadas por algum visionário, ou declaradas em aconselhamento.
Seguem algumas destas preciosidades:
- A nossa igreja é de direita e os membros dela devem ser também de direita porque Jesus Cristo está assentado à direita do Deus Pai.
- A igreja não deve se preocupar com os pobres porque Jesus disse que os pobres sempre os teremos conosco.
- Quando os irmãos entram neste templo, estão entrando no Reino de Deus.
- A irmã Beltrana não vai poder participar da Ceia do Senhor hoje porque eu a vi na garupa de uma moto.
-A irmã Sicrana está em regime disciplinar por três meses porque esta semana foi vista usando calça comprida.
- O senhor me revelou que o problema da violência, é que há uma nuvem de demônios atuando, e que deve ser expulsa com oração e jejum por todas as igrejas.
- Os irmãos não podem participar de festa de aniversário, casamento ou despedida de solteiro, porque a Bíblia diz que o Reino de Deus não é nem comida e nem bebida.
- Noiva nenhuma deve usar vestido decotado e sem alças, porque está atentando contra a Lei da Gravidade e pode se expor ao ridículo.
- As dores de cabeça que a irmã tem é porque tingiu o cabelo. O que a irmã tem é um demônio que está atrapalhando.
- Se o marido ou a esposa está enfrentando problemas de apetite sexual, traga uma cueca ou calcinha da pessoa para que a gente expulse o demônio e abençoe a relação.

Marcos Roberto Inhauser - Teólogo e presidente da Igreja da Irmandade.
Condensado do Correio Popular, de 07 de novembro de 2004


sábado, 21 de novembro de 2009

ELEIÇÕES e RELIGIÃO

No Antigo Testamento uma prática se tornou sagrada em razão da sua natureza. Era unção com óleo de pessoas e coisas, como forma de torná-las sagradas, separadas para o Senhor. Assim se deu com a Tenda da Congregação ou Tabernáculo e todos os seus utensílios, inclusive a arca.
Também se ungia os que eram separados para o sacerdócio, tal como se deu com Arão e seus filhos. Outra prática era a de ungir quem por DEUS havia sido escolhido como rei sobre a nação, tal como se deu com Saul, Davi, Salomão, Jéu, Joás e Jeocaz. Em todos esses casos, a unção foi feita por um profeta ou sacerdote, o que mostra a natureza sagrada e reverente do ato. No entendimento de alguns autores do Antigo Testamento, a unção dota a pessoa ungida com o Espírito de Deus, que o capacita para a função para a qual foi ungido.
No Novo Testamento só encontra a unção no caso de enfermos, o que levou a Igreja Católica a instituir a extrema-unção e algumas denominações a fazê-lo, sempre considerando o contexto da carta aonde Paulo a recomenda, que implica em confissão de pecados.
Nos últimos dias de uma campanha eleitoral, um candidato-agora derrotado-convidou pastores ali reunidos, ao que tudo indica, motivados por uma mente florida, fundamentalista e mágica, decidiram pedir ao candidato que se ajoelhasse; fizeram ao se redor um círculo de pastores e o chamaram de “servo de DEUS”, e o ungiram prefeito da cidade. Baseavam-se nos relatos testamentários da unção do rei e, ao repeti-lo, estavam se antecipando à vontade popular, declarando que o
candidato já era o prefeito.
A unção foi blasfema e o foi porque tomou o nome do Senhor em vão, em atentado direto ao que pregam os mandamentos. O nome foi tomado em vão porque tal ato fugia à dinâmica da fé do Novo Testamento e foi um ato vão, visto que a unção de nada valeu.
A unção foi blasfema porque praticada sob a ótica de um deus pequeno, subserviente, que faz o que seus adoradores determinam. Embalados pela doutrina da afirmação positiva, herética até o último fio de cabelo, acreditavam que ao declarar “o candidato eleito prefeito”, tal declaração produziria o fato, independentemente da vontade popular expressa nas urnas. O que valia era à vontade dos “senhores e santos pastores” e outros “fieis” ali reunidos, que determinariam as suas vontades. Tal qual afirmou Nietzsche-filósofo alemão, 1796-1854, num trecho de seus trabalhos: “Quem obra na vida buscando recompensa de felicidade, é um hipócrita”. “Em outro trecho: Toma DEUS como escudo de suas misérias; é duplamente fraco e fracassado”.
Como fica agora a tal unção dada em nome de DEUS? Errou DEUS? Como fica “o servo do senhor” derrotado nas urnas?

Nota: A redação do blog acima, foi condensada da edição do jornal, Correio Popular, de Campinas, edição de 03-novembro-2004.
Nelson Martins

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Saúde 3 Ansiedade versus sexualidade

No blog “Saúde 2”conversamos sobre as pessoas que experimentam alguma dificuldade sexual (disfunção erétil, ejaculação rápida, etc.) e acabam evitando novas experiências sexuais. Essa atitude de evitar o ato sexual prejudica o psicológico e o físico. O psicológico, porque a pessoa não terá uma referência, ou uma lembrança positiva do ato sexual, e ficar pensando no episódio de fracasso favorece um “novo fracasso”. O prejuízo físico vem das substâncias que são liberadas nesses momentos de estresse, que fazem com que os vasos sanguíneos se estreitem e o resultado desse estreitamento vascular é uma dificuldade de ereção nos homens e uma dificuldade de lubrificação nas mulheres. Essa dificuldade nos homens acaba impossibilitando o ato sexual, mas nas mulheres há uma tendência a ignorar esse aviso do corpo e ter uma relação sexual mesmo não estando suficientemente lubrificadas.
O resultado disso é a dor, que contribui para a criação de um ciclo vicioso: “sei que vou ter dor na penetração, então tenho medo e fico ansiosa”. A ansiedade, por sua vez, impede a excitação e a lubrificação de aparecerem naturalmente. No caso dos homens a mesma lógica se aplica: “lembro que perdi a ereção, logo tenho medo e fico ansioso e essa ansiedade acaba ‘bloqueando’ a ereção normal”. Isso é apenas um exemplo de como a ansiedade pode prejudicar o desempenho sexual; todas essas dificuldades devem ser investigadas para avaliar se não há nenhum problema físico. Excluído o problema físico, muitas vezes mesmo sabendo desses fatores é difícil de quebrar esse ciclo sozinho, e hoje existem diversas terapias que podem ajudá-los. A fisioterapia específica utiliza recursos que propiciam um “despertar” dessa região genital e contribuem muito para um sexo de melhor qualidade.
Se tiver dúvida, envie um e-mail!

Dra. Ana Luiza Reis
Fisioterapeuta especialista em cancerologia e em disfunções do assoalho pélvico.
CREFITO 3 76058 E-mail: reisanaluiza@yahoo.com,br
Centro Médico Indaiatuba II – Fone (19) 3894-5568

sábado, 14 de novembro de 2009

Peculiaridades da língua portuguesa - 20

Afixar = prender ou pregar em local visível ao público. Ajuntar = o mesmo que juntar. Aut0nomia = capacidade de governar- se por meios próprios. Assertiva = pronunciar de forma afirmativa. Aleivosia = Qualidade de quem engana; injúria, calúnia. Artigo = cada uma das partes de um escrito; sempre colocado antes de um substantivo (a carroça; o automóvel). Cataclismo = transformação severa da costa terrestre; revolução social. Colóquio = conversa informal; confidência. Disseminar = deslocar em muitas direções; tornar algo amplamente conhecido. Diligência = intereesse; cuidado em desempenhar uma tarefa; minuncioso; carroça com dois ou mais eixos movida por tração animal. Depreender = compreender, tirar conclusões. Desvairado = contraditório; fora de sí; incoerente. Eivar = provocar falha moral; contaminar; levar ao vício; perder vigor. Ênfase = realce em alguns assuntos considerados importantes. Intencional = feito de propósito; intencionado. Tensionar = produzir tensão protensão; esforço em excesso. Involuntário = que realiza contra a vontade; ação inconsciente. Juntar = acrescentar uma coisa a outra, reunir , aglomerar. Jornada = trajeto percorrido num dia; data assinalada por algum acontecimento. Libação = Líquido espargido; ato de consumir bebida, principalmente alcoólica. Libido = instinto sexual; energia psíquica. Legado = o que se alega por disposição; o que é transmitido às gerações que se seguem. Mote = sentença ou ditado curto; tema de algum assunto. Neologismo = atribuição de dar novos a palavras existentes. Outrem = pessoa que não participa do processo de comunicação. Outro = algo ou alguém definido ou conhecido. Prosa = expressão natural da palavra escrita ou falada, conversa informal. Prosáico = palavreado enfático. Piamente = de modo caritativo; com total certeza ; com convicção. Poético = relativo a poesia, que tem qualidade de inspiração. Sátira = composição livre e irônica feita contra algumas instituições ou costumes da sociedade. Sinonimia = qualidade das palavras sinônimas; ato de exprimir uma mesma coisa com palavras diferentes.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Alcoolismo- Dissolução do matrimônio - Parte 1

Em que pese o infortúnio de uma esposa de alcoólatra suportar, até a exaustão, tremenda carga emocional, em determinado momento só vê uma saída para tal situação, que é a de recorrer à separação matrimonial. Tal decisão, frequentemente não mostrará de imediato a possibilidade de uma avaliação ponderada e desapaixonada, em toda a sua extensão. Na verdade, a ex-esposa sentirá em um primeiro momento um indescritível alívio por ver-se livre de enorme carga emocional.
Na maioria das vezes, a satisfação momentânea da mulher estará convergindo para sua própria pessoa, ocasião em que se sente arrependida por não ter tomado tal decisão anteriormente. Contudo, quando da existência de filhos menores ou adolescentes, a ex-esposa revela, como invariavelmente acontece no decorrer de pouco tempo, certo tipo de preocupação com a reação dos filhos. Não será possível em nenhuma hipótese pretender que o preparo psicológico das crianças, em relação à nova realidade, deva ser equiparado ao da mãe, quando da tomada da decisão. Via de regra, o que resta em uma primeira instância é um sentimento de liberdade para o que sobrou da família, bem como as mágoas – justificadas ou não – para os parentes mais próximos, principalmente para os familiares do ex-esposo. E os filhos? Para esses existiriam os mesmos sentimentos? Cenas desesperadoras presenciadas anteriormente se sobreporiam ao clima de agora? O vazio causado pela ausência do pai irá melhorar o estado emocional dos filhos? Certamente, a mãe se desdobrará em tentativas para amenizar a tensão agora reinante, sendo até passional em determinadas situações. Reflexões mais maduras serão gradativamente exercitadas pelos filhos, até de forma instintiva. De modo geral, o que tem sido comprovado pelo ser humano, a separação de um casal atesta um retrocesso espiritual e social, com sequelas altamente prejudiciais na grande maioria dos casos.
Do livro Alcoolismo ea vida em sociedade - Nelson Martins - Editora Komedi - 2006

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Peculiaridades da língua portuguesa - 19

Aspirar = atrair o ar para os pulmões; desejar profundamente. Absorto = ter pensamentos próprios. Apóstata= renúncia de uma religião ou crença. Assentimento = estabelecer convicção positiva; escolha voluntária. Crônica = compilação de fatos históricos. Coloquial = modo comum de conversar. Crônico = de longa duração; antigo. Etimologia = estudo da orígem e da evolução das palavras. Encetar = dar início, começar. Fulgurante = que brilha, que lampeja. Fisiologísmo = prática de atos ilícitos que beneficiam a sí proprio ou a outrem. Fadiga = sensação de enfraquecimento; cansaço. Galardão = recompensa por serviços valiosos; reconhecimento de outrem. Inspirar = intruduzir ar noa pulmões por respiração natural; influenciar a alguém. Inalar = absorver por aspiração. Insinuação = maneira hábil de dizer algo indiretamente. Implicar = envolver alguém; demonstrar antipatia, trazer discórdia. Latino = relativo aos povos de língua romana ou grega. Labor = trabalho; tarefa árdua e demorada. Luminar = que resplandece; que espalha luz. Metemorfose = mudança completa, relativamente rápida. Nobilíssimo = extremamente nobre. Ordinário = costume normal;que se repete sempre; medíocre; de baixo valor moral. Pausado = de sequência lenta; vagarosa; feito por partes. Peculiaridade = característica propria. Pan-americanismo = doutrina que defenfe aliança política da América do Norte. Palatável = sabor que pooporciona prazer. Redundar = converter: causar. Sinuoso = que descreve curvas seguidas. Semântica = estudo do significado das línguas naturais. Subterfúgio = manobra ou pretexto para prever futuros perigos, dificuldades; ter a sensação de estar bem com a própria consciência. Regência = estudo de relação entre as palavras; dirigir; coordenar. Tentação = impulso para a prática não recomendável de algo prejudidicial a sí próprio ou a outrem. Vereda = caminho estreito; orientação de uma vida; terreno perigoso.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

SAÚDE - 1 Envelhecimento e bexiga urinária


Mesmo com a prática de hábitos saudáveis que podem prevenir os problemas de perdas urinárias na terceira idade, existem algumas alterações naturais que vêm com o aumento da faixa etária. Os rins, por exemplo, sofrem uma leve redução no seu tamanho e perdem parte da sua capacidade de filtrar o sangue, o que pode significar uma urina mais diluída, com maior quantidade de água.
A bexiga urinária sofre transformação em sua estrutura, perdendo um pouco de sua elasticidade. Se somarmos essas duas condições, já temos uma boa explicação de o por que os idosos vão mais ao banheiro: uma urina mais diluída significa maior produção de líquido urinário para conseguir eliminar os produtos nocivos do sangue, somado à uma bexiga que tem dificuldade em se alongar para armazenar esse produto, resultará em necessidade mais frequente de ir ao banheiro. Isso é notado tanto durante o dia como à noite. Mas não é só isso; com o envelhecimento, os músculos que ficam ao redor da uretra (canal por onde sai a urina) sofrem um enfraquecimento natural com a idade; este, se somado ao desconhecimento e à falta de uso desses músculos, irá invariavelmente resultar em perdas de urina. Além disso, essas três condições podem somar-se, nas mulheres aos traumas envolvidos no trabalho de parto, e, nos homens, às alterações provocadas por alterações na próstata.
Antigamente, eram comuns os traumas durante o parto; a passagem do bebê “rasgava” a parede da vagina e rompia uma parte dos músculos responsáveis por conter a urina e as fezes. A cicatriz formada, faz com que esses músculos percam a sua ação automática favorecendo as perdas de urina, fezes e gazes intestinais.
Em relação a problemas de próstatas, antigamente as cirurgias eram muito mais agressivas e por isso causavam um alto índice de perdas urinárias e de ereção após as intervenções cirúrgicas. Mas, independentemente de sua idade, e de ter passado por vários problemas de saúde, se a urina lhe incomoda, existem tratamentos com médicos ou com fisioterapêutas que podem resolver seu incômodo.

Dra. Ana Luiza Reis
Fisioterapeuta especialista em cancerologia e em disfunções do assoalho pélvico.
CREFITO 3 76058 E-mail:
reisanaluiza@yahoo.com.br
CENTRO MÉDICO INDAIATUBA II Fone (19) 3894-5568
INSTITUTO LUBECK ITU - Fone (11) 4023- 6153
Tratamento para incontinência urinária e fecal – Adultos e crianças.
Tratamento para disfunções sexuais.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Tenha discernimento - use sua inteligência.


1- A sua irritação não solucionará problema algum.
2- Suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
3- Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
4- O seu mau humor não modifica a vida.
5- A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os maus e os bons.
6- A sua tristeza não iluminará os caminhos.
7- O seu desânimo não edificará ninguém.
8- As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em beneficio de sua própria felicidade
9- As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão aos outros um só grama de simpatia.
10-Não estrague seu dia. Aprenda, com sabedoria Divina a desculpar infinitamente construindo e reconstruindo sempre para infinito bem.
11-Lembre-se: seu problema com os outros, poderão ter sido iniciados por você mesmo. Portanto, analise bem suas ações antes de atribuir a culpa aos seus semelhantes.
12-Será impossível amar a DEUS, antes de amar ao próximo.
13-O seu amor ao próximo, dá a medida exata do amor que você deve dedicar a si mesmo.
14-Seja humilde em seus atos. Lembre-se: você foi gerado entre depósitos de fezes e de urina.
15- É bom ter em atenção o seguinte: existem sempre três opiniões: a sua, a minha e a correta.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

ATÉ QUE A RELIGIÃO NOS SEPARE.



Ao longo de minha permanência por várias empresas de engenharia, além do aprendizado no relacionamento com pessoas de diferentes características pessoais e psíquicas, uma determinada passagem ficou muito marcada em meu subconsciente.
Devo acrescentar que, por uma condição meramente pessoal, sempre fui contemplado pela Natureza com uma marca da qual, intimamente, não posso esconder uma pequena dose de vaidade. Além da vida profissional, o mesmo ocorre com lembranças de várias passagens, principalmente por escolas pelas quais passei na área do ensino profissionalizante, num espaço de aproximadamente 23 aos consecutivos, sentindo a consideração de ser um confidente.
Após breve período de admissão em uma das empresas da qual exerci as funções de projetista, identifiquei-me fortemente com Artachedes (Tacho , como era conhecido pelos colegas de trabalho).
Casado, pai de dois filhos, em certa manhã, Tacho dirigíu-se a mim dizendo que precisava fazer uma confidência sugerindo que conversássemos em um dos bares do Conjunto Nacional, no final do expediente. Até então, em algumas ocasiões, de forma indelével houvera assinalado que sua vida matrimonial estava oscilando, tendo já procurado aconselhamento com profissionais e religiosos. Naquelas situações sempre fora estimulado no sentido de preservar seus filhos.
Diante do fato que cada vez mais a situação tomava corpo, foi aconselhado por uma Psicóloga no sentido de optar por uma, entre duas situações: Tentar preservar seu matrimônio e a segurança de seus filhos, tendo uma dupla vida, ou; assumir de vez o desmoronamento virtual de seu casamento. Nesse ponto, Artachedes lançou um desafio, quase me intimando a definir uma posição para sua situação. Disse-lhe que voltaríamos a conversar nos próximos dias.
A partir do dia seguinte, notei naquele colega um olhar de ansiedade quanto à minha opinião. Dada à confiança que sempre depositara em mim, senti que não poderia omitir-me. Dias após nos encontramos no local do encontro anterior. Certamente, aquela minha opinião seria terrivelmente comprometedora em razão dos resultados que adviriam.
Fiz-lhe ver que, se de toda forma, de há muito seu casamento já muito comprometido e muito provavelmente não teria a possibilidade de uma reversão; Artachedes disse-me que tomaria uma decisão.
Durante algum tempo, não mais falamos sobre o assunto. Casualmente, fui enviado pela firma a uma obra, fora da área da Capital. Retornei três meses após ao escritório. Evidentemente, sentia certa curiosidade por saber qual o resultado da decisão daquele meu colega. Em um terceiro encontro, soube que meu antigo colega estava se relacionando com uma enfermeira cujo processo de divórcio encontrava-se em fase final.
Em 1972, saí da empresa em que trabalhávamos. Por uns tempos, até por um dever de discreção, evitei telefonemas ou outra forma de contato.
Depois de transcorridos aproximadamente treze anos, em certa manhã, fui surpreendido por um chamado telefônico de Artachedes, propondo novo contato no recinto do Conjunto Nacional. Encontramo-nos na tarde seguinte. No transcorrer de um encontro de quase duas horas, meu antigo colega, entre ocasionais olhares perdidos no horizonte, relatou-me uma convivência feliz com a senhora enfermeira, mãe de quatro filhos, com seu estado civil de divorciada. Surpreedentemente, fiquei atônito com a informação, relatando-me as maravilhas vividas com àquela mulher, que depois de um ano, desejára insistentemente ter um filho com meu amigo. O matrimônio de Artachedes fora preservado em um clima de mentiras. Aquele sublime relacionamento mantido por longo tempo fora rompido porque Ivana, a enfermeira,
propôs o ingresso de Artachedes em uma religião evangélica.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Peculiaridades da língua portuguesa - 18

Através = refletido por superfície transparente. Assomou = que se mostrou. Brabo = agressivo. Bravo = digno de admiração. Conseguimento = ato de conseguir. Consequentemente = em consequência. Cuspe = quebrar o jejum; primeira refeição. Curador = que executa função judicial. Dualismo = princípio comum em uma teoria. Diacrônico = compreensão de um conjunto de fatos. Escarninha = menosprezo; zombaria; deboche. Escatologia = doutrina de fatos que devem acontecer no fim dos tempos. Fraternidade = laço de parentesco entre irmãos; afeição; cordialidade. Farisaico = fingido; hipócrita. Fugaz = rapidez, ligeiro, de pouca duração. Frugalidade = moderação alimentar; simplicidade nos atos. Fadiga = sensação de enfraquecimento; redução de resistência . Intenção = o que se pretende fazer. Intensão = força, aumento de energia. Liturgia = Prática de culto religioso; cerimônia. Deiade = Divindade; divino. Papiro = planta do egito nas quais se escrevia. Presunçoso = aquele que se julga melhor. Refulgir = brilhar com intensidade. Semântica = estudo de partes do sistema de uma língua. Sincrônico = que acontece ao mesmo tempo. Sofreguidão = característica de quem come ou bebe apressadamente. Subsequente = o que vem depois; o que segue; em sequência. Sintomático = o que constitui sintonia; revelação. Trovador = cantor de peças musicais da idede média.

Complexo de superioridade no alcoolismo - Parte 2

Como veremos nesta segunda parte, essa enfermidade deverá ser tratada como tal, com o conhecimento que já se tem, ainda que mediano, dessa nefasta doença físico / mental, e principalmente sob a luz de suas verdadeiras raízes. O instinto do complexo de superioridade do alcoólatra dependente tem sempre o alicerce – ao menos no princípio de seu alcoolismo – nas seguintes afirmações:” as contas estão pagas, as crianças estão na escola, aqui em casa não falta nada” e finaliza: “ o que me atrapalha são as bobagens que ouço de vocês continuamente”.
Estudos de toda ordem tem comprovado a ineficiência dos tratamentos profiláticos. Até os dias atuais, a probabilidade existente de que o alcoólatra poderá reverter o quadro de sua dependência consiste em três pontos preponderantes:
1- Desejo expresso de parar e beber.
2- Consciência do risco da própria vida em razão de acidente provocado pela ingestão da bebida.
3- Preparo espiritual e terapêutico, envolvendo, principalmente, todos os membros da família.
Desde 1956 começou a ser catalogado pela O.M. S – Organização Mundial da Saúde.
É também extremamente importante a prática e permanência de familiares em grupos de autoajuda, de caráter estritamente espiritual – de caráter não religioso. Os programas de grupos de familiares de alcoólatras são muitas vezes recomendados por autoridades médicas e psiquiátricas. Os grupos Familiares Al – Anon teem conseguido manter equilíbrio emocional e, principalmente, lidar com um dependente da bebida alcoólica no âmbito familiar.


Do livro Alcoolismo e a Vida em Sociedade – autor Nelson Martins – Editora Komedi- 2006

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Complexo de superioridade no alcoolismo - Parte 1

Quando, em uma família, é detectado o alcoolismo em um de seus membros, é sintomático o caos que sobrevém a todos. Diferentemente da instalação do uso da maconha, cocaína, craque etc., em que a percepção é lenta por parte dos parentes, o perigo do uso da bebida alcoólica é sentido gradativamente.
O indivíduo com predisposição orgânica ao uso da bebida alcoólica, e no decorrer do tempo, muitas vezes advertido não só por familiares, mas também por amigos, do perigo a que está se expondo, acaba por estabelecer obstinadamente uma batalha de negação, sem tréguas. Essa batalha está alicerçada no despertar de um complexo de superioridade nunca antes manifestado.
Argumentos de que tudo está sob seu controle são o clichê estabelecido quase como por lei pelos usuários da droga álcool.
O que tem sido constatado no ambiente familiar é o fato de ser impossível conseguir que quaisquer formas de admoestação resultem em mudança do quadro estabelecido. As iniciativas de advertência ou sinais de alerta tornam evidente o desespero instalado. Esse novo processo estimulará ainda mais o instinto de defesa da vítima do álcool, agravando-se o seu complexo de superioridade, agora ferido.
Em paralelo a essa situação existe, na maioria dos lares, o hábito do consumo da bebida alcoólica como ato social. Sendo assim, como fazer advertência ao alcoólico da família. Lamentavelmente, para alguns, existe o famoso chavão do “faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço” ou ainda a expressão “meu filho pode fazer o que quiser; eu é que não abro mão de minha cervejinha”.
Essas práticas, além de servirem de incentivo para situações mais perigosas para a família e de tornar mais difíceis quaisquer argumentos no sentido de aconselhamento ao dependente, convertem-se em um maior estímulo para aquele que, via da regra, está começando a perder sua vida e, muitas vezes, o sentido de todo o princípio da criação do ser humano.
Do livro Alcoolismo e a Vida em Sociedade - Autor Nelson Martins - Editora Komedi - 2006

terça-feira, 13 de outubro de 2009

SÚMULA 17 - SOBRE AIDS

17- O aumento da epidemia entre os jovens do sexo feminino é explicado pelo início precoce da atividade sexual em relação aos adolescentes do sexo masculino e normalmente com homens com maior experiência sexual e mais exposto aos riscos de contaminação por DST. Temendo gravidez, mas sem preocupações com a transmissão da Aids e outras DST, além eles as estimulam a tomar anticoncepcional, mas não a usar preservativo – que elas – por terem menor poder de negociação, não exigem dos parceiros. Nessa condição, os casos de Aids em meninos representam2% do total de notificações em homens e, 3%do total de em mulheres.

Nota: Todos os blogs deste autor referentes à Aids foram extraídos de fontes especializadas. Dados estatísticos foram colhidos de informações da O.M.S. - Organização Mundial da Saúde, de 2003.

SÚMULAS 10 a 16 SOBRE AIDS

10- O vírus da Aids pode ser transmitido por: sangue, líquido seminal, esperma, secreção vaginal e leite materno.
11- Relações sexuais com pessoas contaminadas sem uso de preservativos (camisinhas), transfusão de sangue contaminado.
12- O vírus HIV não se transmite: num abraço, beijo no rosto, beijo na boca, espirro, tosse, carinho, carícia, aperto de mão, lágrimas, suor, saliva.
13- Em assentos públicos, picadas de insetos, pias, piscinas, saunas, ônibus, elevadores.
14- Dormindo no mesmo quarto, na mesma cama, usando as mesmas roupas e lençóis, batom, toalhas e sabonetes.
15- Trabalhando no mesmo ambiente, freqüentando a mesma sala de aula, teatro, cinema, academia de ginástica e restaurante.
16- Doando sangue, utilizando material descartável.

SÚMULAS 4 a 9 SOBRE AIDS

4- A “abreviatura” Aids vem da denominação em inglês da doença. Nos países de língua latina (Portugal, Espanha, França) costuma-se usar a sigla SIDA. No Brasil, é conhecida como Aids.
5- Aids significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.
6- Síndrome: conjunto de sinais e sintomas que se desenvolvem conjuntamente e que indicam a existência de uma doença. A Aids é definida como síndrome porque não tem uma manifestação única; pelo contrário, caracteriza-se pelo surgimento de várias doenças sucessivas e simultâneas, que ocultam sua verdadeira causa.
7- Imunodeficiência: trata-se de uma deficiência no sistema de defesa do organismo.
8- Adquirida: existem formas de deficiência hereditárias. No caso da Aids, a imunodeficiência ocorre por contágio com pessoas ou veículos (sangue, esperma, secreções vaginais) em que o vírus esteja presente.
9- O Vírus HIV: Em 1983, cientistas conseguiram identificar e isolar o agente causador da Aids: era um vírus ao qual deram o nome de LAV. Meses depois, cientistas americanos conseguiram isolar um vírus ao qual deram o nome de HTLV III, também causador da Aids.

Súmulas 1-2-3 sobre Aids

1- A cada 14 segundos um jovem é infectado pelo vírus da Aids. Quase a metade dos 5 milhões de novos casos de Aids que surgem no mundo todos os anos ocorrem em pessoas entre 15 e 24 anos, sendo que, sua maioria é composta de mulheres.
2- Muitos jovens são incapazes de proteger-se do HIV, especialmente as meninas, porque não conseguem negociar o uso do preservativo, por falta de informação. Daí a importância da educação, ainda mais do que de serviços de saúde. (O Globo).
3- A Aids se tornou uma doença de pessoas jovens, inflamada pela pobreza, falta de igualdade entre homens e mulheres e uma severa falta de informações e serviços. “Eles não teem acesso sobre saúde sexual e sobre prevenção a gravidez precoce. Aproximadamente 57 milhões de jovens do sexo masculino e 96 milhões do feminino com idades entre 15 e 24anos, não sabem ler e escrever
”.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

SISTEMA PETROBRÁS

A PETROBRÁS é uma companhia de grandes dimensões, igual a todas as empresas integradas de petróleo do mundo. Do mesmo modo que suas similares internacionais, a PETROBRÁS atua em algumas áreas por meio de empresas subsidiárias, todas elas criadas para preencher necessidades do próprio desenvolvimento econômico do País. A PETROBRÁS Quimica S.A. - Petroquisa, foi criada pelo governo para viabilizar a indústria petroquímica brasileira. Isso foi possível pela associação entre a PETROBRÁS, a iniciativa privada brasileira e as companhias internacionais detentoras de tecnologia. Este sistema tripartite permitiu ao Brasil garantir o controle nacional e absorver a tecnologia petroquímica.
A PETROBRÁS Fertilizantes S.A.- Petrofértil, surgiu para complementar e estimular a iniciativa privada, isoladamente ou em associação, visando a tornar o País autossuficiente em matérias-primas para a industria de fertilizantes, como suporte para o desenvolvimento agrícola nacional. Para produzir sais de potássio, outro nutriente indispensável ao desenvolvimento agrícola, localizado por ocasião das perfurações petrolíferras, foi criada a PETROBRÁS Mineração S.A.- Petromisa.
Como forma de integrar o ciclo da atividade petrolífera, a exemplo de quase todas as empresas congêneres, e obter mais recursos para investir na prospecção de petróleo, foi criada a PETROBRÁS Distribuidora S.A.- BR. A criação da PETROBRÁS InternacionalS.A.- Braspetro, teve como objetivo localizar fontes próprias de de abastecimento de petróleo no exterior, como fazem as outras grandes companhias internacionais de petróleo. Esta subsidiária comprovou nossa tecnologia, descobrindo petróleo e prestando serviços especializados em vários paises. A exclusividade para a importação e exportação de petróleo e derivados, atribuida à PETROBRÁS pelo monopólio, deu ao Brasil um grande poder de contrapartida para a colocação de produtos brasileiros no exterior. Diante disso foi criada a PETROBRÁS Comercio Internacional S.A. Interebrás, que abriu novos mercados para uma variedade de produtos e serviços fabricados ou realizados por empresas brasileiras.

PETROBRÁS - XISTO

O Brasil tem a segunda maior reserva mundial de xisto, rocha que, submetida a um processo especial, produz óleo semelhante ao petróleo. Embora abundante no mundo, são poucos os países que conseguiram desenvolver tecnologia para o aproveitamento comercial do xisto. O Brasil é um deles e o que esta em estágio mais adiantado. Apesar de não incluida no monopólio, a industrialização do xisto vem sendo desenvolvida pela PETROBRÁS, que já produz óleo sintético numa usina situada no Paraná. Nosso processo, chamado de PETROSIX, vem despertando interesse de países que também querem explorar suas minas de xisto.

PETROBRÁS - COMERCIALIZAÇÃO

O monopólio estatal atribuiu à PETROBRÁS a importação e a exportação de petróleo e derivados, estabelecendo uma concentração comercial que permite a obtenção de preços mais vantajosos no mercado internacional. É também a PETROBRÁS que garante o abastecimento nacional de combustíveis, fornecendo diretamente, ou através das companhias distribuidoras, os diveresos derivados que produz.